Greve de trabalhadores da cultura ameaça abertura da Bienal de Veneza 2026
Com a abertura oficial se aproximando, a Bienal de Veneza 2026 se depara com uma greve de trabalhadores da cultura programada para 8 de maio, organizada pelo coletivo Art Not Genocide Alliance. Esta paralisação é uma reação à presença do pavilhão de Israel na exposição, em um contexto já repleto de renúncias institucionais, protestos e pressões internacionais. A mobilização inclui uma concentração pública no Arsenale e busca interromper atividades relacionadas à Bienal, que os manifestantes veem como um espaço de legitimação política. A greve ocorre após apelos de centenas de artistas e curadores para a exclusão de Israel, além de críticas à participação da Rússia e dos Estados Unidos, revelando a dependência estrutural do evento. A renúncia do júri internacional e ameaças de corte de financiamento europeu intensificam a instabilidade geopolítica.
Key facts
- Greve convocada para 8 de maio de 2026
- Organizada pelo coletivo Art Not Genocide Alliance
- Resposta à manutenção do pavilhão de Israel na Bienal
- Concentração pública no Arsenale
- Suspensão de atividades e serviços ligados à Bienal
- Cartas abertas de centenas de artistas e curadores pedindo exclusão de Israel
- Críticas também à participação de Rússia e Estados Unidos
- Renúncia do júri internacional e ameaças de corte de financiamento europeu
Entities
Institutions
- Bienal de Veneza
- Art Not Genocide Alliance
- Arsenale
Locations
- Veneza
- Itália
- Arsenale