Castiel Vitorino Brasileiro apresenta instalação potente na 35ª Bienal de São Paulo
A 35ª Bienal de São Paulo destaca a instalação de Castiel Vitorino Brasileiro, que aborda a violência colonial contra culturas afro-brasileiras. A obra, intitulada 'Montando a história da vida', explora a metamorfose da alma e a perseguição religiosa. Composta por um terreno com casa sem telhado (que a artista chama de museu), troncos de eucalipto, uma canoa usada de Pirapora (MG) e alguidares, a instalação é inacessível ao público, forçando uma coreografia de observação. Castiel, a mais jovem artista da Bienal, também participa das mostras 'Dos Brasis' no Sesc Belenzinho e 'Ensaio para o Museu das Origens' no Instituto Tomie Ohtake e Itaú Cultural. Ela planeja uma performance na Serpentine, em Londres, ainda este ano. Seu projeto de longa duração, 'Kalunga: a origem das espécies', contrapõe-se ao falocentrismo e a figuras como Freud e Darwin.
Key facts
- Castiel Vitorino Brasileiro é a artista mais jovem da 35ª Bienal de São Paulo.
- Sua instalação 'Montando a história da vida' aborda a perseguição às religiões afro-brasileiras.
- A obra inclui uma casa sem telhado, troncos de eucalipto, uma canoa de Pirapora (MG) e alguidares.
- A instalação é inacessível ao público, forçando uma coreografia de observação.
- Castiel também participa das mostras 'Dos Brasis' (Sesc Belenzinho) e 'Ensaio para o Museu das Origens' (Instituto Tomie Ohtake e Itaú Cultural).
- Ela planeja uma performance na Serpentine, em Londres, ainda este ano.
- Seu projeto 'Kalunga: a origem das espécies' contrapõe-se ao falocentrismo e a Freud e Darwin.
- Castiel é mestre em psicologia clínica e medicinas africanas.
Entities
Artists
- Castiel Vitorino Brasileiro
- Freud
- Darwin
Institutions
- Bienal de São Paulo
- Sesc Belenzinho
- Instituto Tomie Ohtake
- Itaú Cultural
- Serpentine
Locations
- São Paulo
- Pirapora
- Minas Gerais
- Londres
- Reino Unido