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Barbara Chase-Riboud recusa representar EUA na Bienal de Veneza 2026

exhibition · 2026-04-24

A escultora franco-americana Barbara Chase-Riboud declinou o convite para representar os Estados Unidos na 61ª Bienal de Veneza, afirmando que 'não era o momento certo'. Sua decisão ocorre em meio a polêmicas sobre a seleção do pavilhão americano, agora sob a responsabilidade da American Arts Conservancy (AAC), que foi estabelecida em 2025 por Jenni Parido. Ambos, Chase-Riboud e William Eggleston, foram os primeiros a serem abordados, mas optaram por não participar. O escultor Alma Allen, que reside no México, foi o escolhido. Em maio de 2024, o Departamento de Estado dos EUA assumiu a curadoria, mudando diretrizes para destacar 'valores americanos'. A AAC, cofundada com Erin Scavino, enfrenta críticas sobre financiamento e transparência. Chase-Riboud não se manifestou se sua recusa tinha a intenção de evitar associação com Trump.

Key facts

  • Barbara Chase-Riboud recusou representar os EUA na 61ª Bienal de Veneza
  • Chase-Riboud disse ao Financial Times que 'este não era o momento'
  • William Eggleston também recusou o convite
  • Alma Allen foi o escolhido para representar os EUA
  • A American Arts Conservancy (AAC) foi fundada em 2025 por Jenni Parido
  • O Departamento de Estado dos EUA alterou as diretrizes para alinhar-se ao desmonte DEI de Trump
  • Novas exigências incluem 'promover valores americanos' e 'excepcionalismo e inovação dos EUA'
  • A proposta de Robert Lazzarini e John Ravenal foi desautorizada após negociações fracassadas

Entities

Artists

  • Barbara Chase-Riboud
  • William Eggleston
  • Alma Allen
  • Robert Lazzarini

Institutions

  • American Arts Conservancy (AAC)
  • Financial Times
  • Departamento de Estado dos EUA
  • Contemporary Art Museum da Universidade do Sul da Flórida
  • Art in Embassies
  • Casa Branca

Locations

  • Veneza
  • Itália
  • Estados Unidos
  • Flórida
  • México
  • Paris
  • França

Sources